O maior apelo de The Last of Us não está apenas nos infectados ou na violência — está no lado humano do apocalipse: tensão, perda, vínculos improváveis e sociedades destruídas. Para quem terminou a série e quer algo no mesmo tom, há sete produções que cobrem ao menos uma dessas camadas.
Para quem quer zumbis e conflitos entre sobreviventes, The Walking Dead (2010), disponível na Disney+, Netflix e Claro TV+, é o ponto de partida mais óbvio: a franquia carregava esses elementos antes mesmo do jogo existir. No campo emocional, Sweet Tooth (2021), na Netflix, repete a dinâmica de protetor e criança vulnerável que marcou Joel e Ellie, só que com menos brutalidade. Já The Leftovers (2014), no HBO Max, dispensa zumbis e apostas em luto coletivo e trauma — peso emocional sem confrontos ou sequências de ação.
“O verdadeiro perigo reside nos sobreviventes.”
Para fãs de games, Fallout (2024), na Amazon Prime Video, entrega outra adaptação de videogame com apocalipse nuclear, facções e violência, mas com tom satírico bem diferente do da HBO. Quem prefere distopias fechadas tem Silo (2023), com Rebecca Ferguson, na Apple TV+, explorando controle social e segredos institucionais. Black Summer (2019), na Netflix, reconstrói os primeiros dias do colapso com ritmo urgente e sem muitas explicações. Por fim, o drama sul-coreano Kingdom (2019), também na Netflix, transpõe a epidemia de zumbis para o período feudal asiático, cruzando a ameaça biológica com intriga política.
